CAÊ ROLFSEN

Serrinha, Congo e Kingston. Em seu segundo disco, A nave de Odé (2016, independente), Caê cria um mapa geográfico imaginário explorando diálogos entre linguagens e influências da música brasileira, africana e jamaicana, inspirado na figura mitológica do orixá Odé, arqueiro caçador e guardião das matas e da humanidade. 

 

Produzido e arranjado pelo próprio Caê, o disco tem a participação de músicos da cena contemporânea paulistana, como o saxofonista Thiago França, o baterista Sergio Machado, o tecladista Maurício Fleury, além da participação especial da cantora Juçara Marçal, na canção Zambê. As gravações foram feitas no final de 2015, no estúdio Ori, em São Paulo, com o engenheiro de som Rodrigo Costa Funai — que recentemente gravou os álbuns A mulher do fim do mundo, de Elza Soares, e Dancê, de Tulipa Ruiz. A arte gráfica é assinada pelo designer Maurício Zufo Kauhlman, o MZK.  

 

Cantor e multi-instrumentista, Caê assina dez faixas inéditas, das doze que compõem o disco, e ainda explora sonoridades vanguardistas na interpretação da canção Eu canto músico de amor, do compositor paraibano Pedro Osmar, que encerra o álbum em arranjo solo descontínuo, com voz e guitarra, navegando nas texturas e nos ruídos polifônicos do sax de Thiago França. A vinheta Omodé, que signifíca criança, em Yorubá, completa o repertório.

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